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V.N. de Famalicão

Depois de seis anos a trabalhar na produção e montagem de tubagens industriais em refinarias e petroquímicas em países da África, da Europa e do Médio Oriente, António Matos decidiu deixar a vida de emigrante e regressar a Portugal para dar corpo ao próprio negócio. Fundou a Tufama, em 1984, em Vale S. Cosme, e hoje emprega cem pessoas e ainda dá trabalho a 220 através de subcontratação por contrato de obra.
Em 2016, a Tufama faturou 12,5 milhões de euros e o objetivo para 2017 é chegar aos 15 milhões. Produtora de tubagens industriais para refinarias, petroquímicas, centrais de tratamento de resíduos e centrais térmicas, a Tufama também serve a indústria automóvel. Mercedes e Jaguar são dois dos clientes e as exportações valem 75 por cento da produção. Uma da metas da empresa é reforçar as vendas para o mercado externo, por isso, está já em processo de expansão. “Ainda este ano vamos avançar com a construção de um novo pavilhão industrial, em Telhado, num investimento que ronda o milhão e meio de euros”, explicou o administrador, António Matos.
O investimento foi dado a conhecer durante a visita do executivo municipal à empresa, no âmbito do roteiro Famalicão Made IN, na segunda-feira, 3 de abril. “Graças a esta mundividência, António Matos conseguiu construir uma referência mundial da metalomecânica. Ele é um caso de sucesso de emigração. E, por isso, quando muitos famalicenses precisarem de um estímulo para os seus projetos empresariais, que vejam em António Matos a melhor pessoa”, afirmou Paulo Cunha, presidente da autarquia.

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