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V.N. de Famalicão

Três novos pavilhões, mais 31 postos de trabalho e 2,6 milhões de euros de investimento. São estes os números que dizem respeito à expansão anunciada pela empresa ROQ, o maior fabricante mundial de máquinas de estamparia têxtil.

Com vendas nos cinco continentes, para 50 países, com 400 trabalhadores e “um volume de negócios de 39 milhões de euros em 2016”, a empresa de Oliveira S. Mateus, fundada em 1983, quer reforçar a liderança no mercado. Um investimento na ordem dos “2,6 milhões de euros” vai permitir à ROQ construir “três novos pavilhões” e criar emprego. “Este aumento da capacidade instalada em tecnologia e infraestruturas permitirá à empresa atingir uma área de produção próxima dos 37 mil metros quadrados”, adiantou fonte do Município famalicense.
A ROQ constrói máquinas customizadas de alta performance e precisão para a indústria têxtil, com recurso a tecnologia de ponta, nas áreas do corte a laser e da quinagem, controla toda a cadeia de valor, o que lhe permite assegurar um rigoroso controlo de qualidade sobre os produtos.
Com o investimento a empresa “vai ampliar as suas instalações industriais para produzir novos modelos de máquinas para impressão digital, embalagem e armazenagem de peças têxteis”.
Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, esta “é mais uma boa notícia para Famalicão”. Para o autarca o investimento empresarial no concelho representa “mais capacidade de produção, mais força exportadora e, principalmente, mais e melhor emprego”. “A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão acaba assim de garantir mais um relevante investimento empresarial para o concelho, a que está diretamente associada a criação de novos empregos, resultado das suas ativas políticas de estímulo ao investimento privado”, completou Paulo Cunha.
Com o anúncio de expansão da ROQ, “sobe para 30 o número de novas iniciativas empresariais em Vila Nova de Famalicão, que representam 104 milhões de euros e perspetivam a criação de 951 novos empregos”, adiantou fonte do Município. “Todas foram reconhecidas como de interesse municipal, sendo contempladas com incentivos fiscais (ao nível do IMI, do IMT e das taxas de licenciamento de operações urbanísticas) ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2 IN”, completaram.

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