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Famalicão e Benfica B empataram hoje a zero, em jogo da 15.ª jornada da Segunda Liga, em que os lisboetas jogaram com 10 durante mais de 50 minutos e marcado pela ineficácia dos locais.
O jogo pautou-se pelo equilíbrio sobretudo na primeira parte e até à expulsão de um jogador benfiquista, quando aos 56 minutos, Gilson viu cartão vermelho direto depois de uma entrada dura sobre o guardião Victor Braga.

Antes, as oportunidades foram repartidas com o Famalicão a atacar preferencialmente pelo lado direito muito graças à velocidade quer de Joel, que chegou a rematar mas ao lado aos nove minutos, quer de Feliz, que esteve sempre irrequieto no ataque dos nortenhos.

Aos 17 minutos, Dálcio cruzou para Heri que rematou ao lado, e três minutos depois, aos 20, Perre respondeu com aquela que foi a principal oportunidade de perigo da primeira parte e também o maior desperdício do encontro, pois, isolado, o médio famalicense atirou ao lado.

Até ao intervalo Gilson, aproveitando a desatenção dos centrais da casa, ainda tentou (24 minutos), seguindo-se um remate de Medeiros com recarga de Feliz (30) que também saiu ao lado.

Na segunda parte, com o Benfica B já reduzido a 10 jogadores por expulsão de Gilson, notou-se o ascendente e maior pressão do conjunto orientado por Nandinho, enquanto Hélder Cristóvão praticamente só viu a sua equipa defender e aproveitar bem a falta de pontaria do ataque minhoto que protagonizou muitos remates mas sempre sem consequências, nem a obrigar grandes defesas.

Depois de tentativas de Medeiros (60 minutos) e Correia (77), Vítor Lima, após combinação com Carlão e Feliz, podia ter feito golo mas o remate saiu ao lado exatamente como aconteceu aos 80 com um remate de Carlão.

Já nos descontos, aos 90+4, André Ferreira evitou, com uma defesa apertada, mas segura que coroou uma exibição muito conseguida, o golo na sequência de um cabeceamento de Carlão.

 

Fonte: Lusa

O Futebol Clube Famalicão já pode começar a dar os primeiros passos para construir o futuro Centro de Formação. O clube e a Câmara Municipal formalizaram a cedência do direito de superfície sobre os terrenos onde vai nascer o novo equipamento desportivo, situados em Esmeriz, e que representam 40 mil metros quadrados de área. A cedência é feita por um período de 50 anos e, na primeira fase, o investimento necessário será de “um milhão e 270 mil euros” e, na segunda, de “três milhões e 300 mil euros”.
Inicialmente, o Centro de Formação será destinado à atividade das camadas jovens e, no futuro, poderá albergar um centro de estágio. Esta obra deverá estar concluída “em meados do próximo ano”, revelou fonte do clube.
Para Jorge Silva, presidente da direção do emblema azul e branco, o dia da assinatura da escritura pública “foi histórico para o futuro” do FC Famalicão.
“O que se pretende é dotar a formação de melhores estruturas, para que as crianças e jovens venham para o clube, onde possam receber formação desportiva em condições excelentes e fazer nos próximos anos aproveitamento dos talentos para a principal equipa de futebol”, afiançou.

O Riba d’Ave Hóquei Clube (RAHC) foi a associação que mais beneficiou com o mais recente pacote de subsídios atribuídos pelo executivo autárquico. A coletividade, que tem a equipa sénior masculina a militar na 1.ª Divisão, recebeu um apoio financeiro de cem mil euros, a maior fatia dos 242 mil euros deliberados na reunião de executivo de Famalicão, a 24 de outubro, para apoiar associações desportivas. O RAHC viu, recentemente, o Parque das Tílias, pavilhão onde realiza os jogos, melhorado, numa intervenção que custou cerca de “205 mil euros” e que consistiu na “requalificação da fachada do edifício e na substituição da cobertura e da iluminação, com a inserção de lâmpadas LED”, explicou fonte da autarquia.
Deste pacote de apoio ao desporto no concelho, o Ténis Clube de Famalicão receberá “uma verba no valor de 70 mil euros”, com o objetivo de contribuir para a construção de uma sede e balneários de apoio.
Já ao Grupo Desportivo da Carreira foi deliberado um apoio de “20 mil euros” para a construção de bancadas de apoio à área de jogo do clube, enquanto o Grupo Desportivo do Louro terá “dez mil euros” para melhorar os balneários das instalações desportivas. O Bairro Futebol Clube contará com “oito mil euros” para construir casas de banho para o público.
“O executivo municipal aprovou também a primeira de duas tranches, no valor de 34 mil euros, destinada à manutenção dos campos de futebol relvados para a presente época desportiva, que no total implicará um investimento municipal anual na ordem dos cem mil euros. Este último apoio destina-se ao Grupo Desportivo de Joane, Ruivanense A.C., Desportivo São Cosme, Operário F.C., Grupo Desportivo do Louro, S.C. Cabeçudense, C.D. Lousado, G.D. de Cavalões, A.D. Ninense, Grupo Recreativo de Vale São Martinho, Ribeirão 1968 Futebol Clube, G.D. de Fradelos, U.D. de Calendário e Bairro F.C”, anunciou a autarquia. 

“A Queda dum Anjo” em português, “L Sbarrulho Dun Anjo” em mirandês. A obra de Camilo Castelo Branco faz agora parte do leque de clássicos traduzidos para este idioma falado, essencialmente, nos concelhos de Miranda do Douro e Vimioso. Desse leque fazem também parte “Os Lusíadas”, de Camões, e “Mensagem”, de Fernando Pessoa.
A apresentação desta edição, na Assembleia da República, em Lisboa, no dia 18 de outubro, marcou o encerramento da 3.ª edição dos Encontros Camilianos de S. Miguel de Seide. Segundo fonte da autarquia, “a ideia de traduzir ‘A Queda dum Anjo’, surgiu há já alguns anos por Amadeu Ferreira, autor e tradutor de uma vasta obra em português e em mirandês, aquando de uma visita à Casa de Camilo”.
Os escritores Pedro Mexia e Francisco José Viegas e a presidente da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República, Edite Estrela, fizeram parte desta apresentação, onde também marcaram presença diversos deputados, como os famalicenses Jorge Paulo Oliveira e Maria Augusta Santos.
Os 150 anos da publicação desta que é uma das obras-primas de Camilo Castelo Branco serviram de mote para os Encontros Camilianos. O romance consiste numa “parábola humorística”, em que a personagem principal, Calisto Elói, fidalgo austero e conservador natural de Miranda do Douro, encarna de maneira satírica o povo português e, ao ser eleito deputado, vai para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital. E sendo o protagonista de Miranda do Douro, o tradutor da obra para mirandês, Alfredo Cameirão, considera que “Camilo Castelo Branco tinha uma dívida de 150 anos para com a língua”, que, com esta edição, “foi paga e com juros”. “Esta obra representa mais um passo à frente na afirmação da língua mirandesa”, evidenciou.
Por sua vez, o diretor da Casa de Camilo, José Manuel Oliveira, salientou que esta iniciativa “foi uma grande homenagem da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Casa de Camilo ao romancista e à sua obra”. “A Câmara de Famalicão e a Casa de Camilo acabam por cumprir assim com dedicação, muito profissionalismo e também com muita emoção, uma das mais extraordinárias obras de Camilo Castelo Branco”, sustentou.

Ele é de Joane, concelho de Vila Nova de Famalicão, e ela da Irlanda. Ele guitarrista e ela vocalista. Juntos formaram, em 2013, a banda Hot Air Balloon e agora viram o seu álbum, Behind the Walls, ser nomeado para os prémios Independent Music Awards, na categoria Folk/ Singer- Songwriter.
Tiago Machado acompanha os textos da autoria de Sarah-Jane e a dupla vai ter que esperar até ao dia 12 de novembro para saber se trazem o prémio de Nova Iorque para Portugal. O júri é composto, entre outros, por Tom Waits, Suzanne Vega, Lloyd Cole, Alejandro Sanz e Dido. O casal, embora esteja agora mais limitado por causa do filho, tem já espetáculos marcados para Vigo, Guimarães e Vila Real.

Depois de Vítor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil e Manuel Frias Martins, foi José Carlos Seabra Pereira a arrecadar o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho.
“O Delta Literário de Macau” foi a obra que valeu a José Seabra Pereira os 7500 euros atribuídos pela Associação Portuguesa de Escritores, com o patrocínio integral da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. O júri, constituído por António Apolinário Lourenço, Artur Anselmo e Maria João Reynaud, “deliberou por maioria”, tendo em conta livros publicados em 2015, que seria esta obra sobre a literatura portuguesa em Macau e a presença de Macau na literatura portuguesa a merecedora de distinção da 7.ª edição do Grande Prémio Eduardo Prado Coelho.
Aos 67 anos, José Carlos Seabra Pereira, professor associado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, da Igreja Católica, e investigador nas áreas de Literatura Portuguesa Moderna, Estudos Camonianos, Estudos Pessoanos e Teoria Literária, recebeu o prémio a 28 de outubro, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco.

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