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Mon, Jan
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Resultado do networking institucional que já caracteriza o programa Famalicão Made IN, a Câmara Municipal vai avançar com a criação do Comité Consultivo da Rede de Incubadoras do Concelho de Vila Nova de Famalicão. O novo organismo – cujo acordo de participação foi aprovado por unanimidade pelo executivo municipal na reunião da passada quinta-feira, 8 de setembro – será presidido pela autarquia e pelo CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal, reunindo um conjunto alargado de outras entidades com intervenção relevante no domínio do empreendedorismo e da incubação de novas ideias de negócio.

Os objetivos são claros: aconselhar as incubadoras da Câmara Municipal e do CITEVE na definição de estratégias para o desenvolvimento de serviços de incubação e de aceleração de startups. Ainda, apoiar a planificação das atividades das incubadoras e proporcionar à comunidade serviços de maior valor acrescentado nas áreas técnicas, tecnológicas e de apoio empresarial.

O trabalho colaborativo é aposta em Famalicão quando se trata de empreendedorismo e apoio às novas empresas, o que leva o Presidente da Câmara Municipal a realçar que “o Comité Consultivo da Rede de Incubadoras do Concelho de Vila Nova de Famalicão é mais uma evidência da ligação estreita, permanente e construtiva que a Câmara Municipal, através do Famalicão Made IN, tem vindo a estabelecer com empresas e entidades públicas e privadas, particularmente as que estão ligadas ao ensino, à investigação e ao tecido empresarial, naquilo que bem caracteriza um trabalho em rede que beneficia de um ecossistema empreendedor”.

De resto, é clara a preconização de uma relação próxima do município com as instituições da sociedade civil. O acordo agora desenhado visa também alimentar a boa coordenação entre os membros do Comité Consultivo da Rede de Incubadoras, contribuindo para definir novos horizontes de objetivos e metas.

As outras entidades que compõem o Comité Consultivo da Rede de Incubadoras são: ACIF – Associação Comercial e Industrial de Famalicão; ADRAVE – Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave; ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal; Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Médio Ave; CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes; CESPU – Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário; Famagrow – Associação de Business Angels de Famalicão; Fundação Minerva, Oficina – Escola Profissional do Instituto Nun’Alvres e as empresas Riopele, Kortex, Shiningdetail e Têxteis Penedo.

A Académica venceu hoje o Famalicão por 3-0, no encontro de abertura da sétima jornada da II Liga de futebol, disputado em Coimbra, com os últimos dois golos a serem obtidos nos minutos finais.

O avançado Tozé Marreco abriu a contagem, aos 31 minutos, e Ernest e Traquina dilataram a vantagem aos 88 e aos 90+4, respetivamente.

A ‘briosa’ passa a somar 10 pontos e ultrapassou na tabela classificativa a equipa nortenha, posicionando-se, à condição, no sétimo lugar.

A Académica entrou muito pressionante na partida, com bastante dinâmica ofensiva, mas só à passagem do primeiro quarto de hora de jogo conseguiu a primeira oportunidade de golo.

Ernest isolou Tozé Marreco com uma simulação, mas o remate do avançado dos ‘estudantes’ foi desviado para canto pelo guarda-redes Victor Braga.

Aos 22 minutos, a equipa nortenha esteve muito perto do golo, na sequência da cobrança de um livre junto à linha de fundo, mas Vilaça, na confusão que se instalou no coração da área, atirou por cima da trave, quando tinha a baliza à sua disposição.

Seis minutos depois, o Famalicão esteve novamente à beira de marcar, numa jogada conduzida por Perre na esquerda, que cruzou atrasado para Feliz, que rematou às malhas laterais.

O golo da Académica surgiu pouco tempo depois, aos 31 minutos, numa cabeçada de Tozé Marreco, que se antecipou aos defesas e ao guarda-redes adversários, na sequência de um livre cobrado por Marinho.

Na segunda parte, o Famalicão foi uma equipa mais atrevida, à procura da igualdade, mas nem sempre bem esclarecida no setor mais adiantado, com a ‘briosa’ a responder em contra-ataque.

Numa dessas transições, Marinho combinou com Nuno Santos, que, descaído para a esquerda do seu ataque, atirou rasteiro para o poste mais distante de Victor Braga, com a bola a ‘beijar’ o ‘ferro’.

Aos 77 minutos, um cabeceamento de Chico, na sequência de um livre indireto, obrigou o guarda-redes da Académica, Ricardo Ribeiro, a uma grande intervenção.

O segundo golo da equipa de Coimbra surgiu aos 88 minutos, num rápido contra-ataque conduzido por Marinho, que, depois de galgar bastante terreno, lateralizou o esférico para o remate vitorioso de Ernest, que se estreou a marcar pela ‘briosa’.

Já no último minuto dos descontos, Traquina, entrado nos jogo aos 79 minutos, apontou o terceiro golo, num bom remate em rotação no interior da área da formação nortenha, depois de um cruzamento de Ernest.

 

Fonte: Lusa

O Famalicão venceu hoje o Freamunde por 3-2, num encontro da sexta jornada da Segunda Liga que registou várias reviravoltas e ficou marcado pela dureza, com duas expulsões e nove amarelos.
Carlão colocou os famalicenses na frente, aos 15 minutos, mas os golos de Salto (17) e Chaparro (42) ditaram a vantagem do Freamunde ao intervalo. Kisley, aos 77, e Perre, aos 90 minutos fizeram os tentos da segunda reviravolta da tarde.

O Famalicão começou melhor, mais destemido e mais organizado e Medeiros, aos cinco e aos 13 minutos, podia ter inaugurado o marcador, mas na primeira vez a bola foi para fora e na segunda encontrou Rui Nereu.

O golo dos famalicenses acabaria por surgir ao 15 minutos, com assinatura de Carlão, após passe de Daniel, mas o Freamunde só precisou de dois minutos para igualar. No primeiro remate à baliza feito pelos visitantes, Salto faturou.

Os tentos despertaram um encontro até ai de sentido único, tornando-o mais ritmado e até mais duro e ainda antes do intervalo, aos 42 minutos, a equipa de Carlos Brito ‘virou' o marcador, com um golo de Chaparro, após passe rasteiro de Miguel Pedro, numa jogada bonita e muito bem executada, que apanhou desprevenida a equipa local.

A segunda parte continuou marcada pela dureza das jogadas e por muitos nervos. O técnico Carlos Brito teve mesmo ordem de expulsão, aos 74 minutos, numa altura em que o Freamunde procurava suster o ímpeto atacante do Famalicão, que queria o empate a toda a força.

Aos 77 minutos, Kisley com um ‘chapéu', após cruzamento de Perre, conseguiu o 2-2 e relançou a partida, que endureceu ainda mais nos minutos finais.

Daniel viu mesmo o segundo amarelo, após uma quezília com Vieira, aos 81 minutos, deixando o conjunto minhoto reduzido a 10 jogadores e, nos descontos (90+2), também Eridson foi expulso, após agressão a Perre.

Acabou por ser exatamente Perre a ‘levantar’ o estádio, aos 90 minutos, quando rematou de longe e em arco, fazendo o 3-2 final e selando a segunda vitória na prova dos anfitriões.

Lusa

Foto: FC Famalicão

O Sp. Braga B venceu este domingo o Famalicão por 3-0, com golos de Piqueti (dois) e Artur Jorge, na quinta jornada da II Liga, num jogo de sentido único.

Foi o segundo triunfo seguido do Sporting de Braga B, depois da vitória na Covilhã na jornada anterior (3-1), enquanto o Famalicão apenas somou um ponto nas últimas três rondas, sendo que hoje realizou uma exibição muito pobre, não tendo criado uma oportunidade clara de golo em toda a partida.

Piqueti foi a figura do jogo, ao marcar os dois primeiros golos da partida e, na primeira parte, a semear o pânico na defesa adversária noutro par de situações.

O primeiro tento surgiu aos 10 minutos: jogada individual de Piqueti pelo eixo central e remate pronto, beneficiando também de um muitas facilidades dos centrais famalicenses.

Oito minutos depois, partindo mais uma vez da esquerda, o veloz extremo guineense bisou, rematando rasteiro depois de 'sentar' Ângelo.

Descontente, o treinador do Famalicão, Ulisses Morais, fez duas substituições pouco depois, fazendo entrar Fred e Kisley (Carlão saiu lesionado), mas a equipa continuou muito passiva, sem pressionar o Braga B, que jogava como queria. 

Na segunda parte, a reação do Famalicão quase não existiu, limitando-se a pouco mais do que a posse de bola.

Aos 72 minutos, Vilaça derrubou Joca na área e, na conversão da respetiva grande penalidade, Artur Jorge fez o terceiro golo da partida.

E foi o Sporting de Braga B a estar mais perto do quarto golo, com Ogana a falhar de forma incrível na cara de Victor Braga (78). 

Jogo no Estádio 1º de Maio, em Braga.

Sporting de Braga B - Famalicão, 3-0.

Ao intervalo: 2-0. 

Marcadores:

1-0, Piqueti, 10 minutos.

2-0, Piqueti, 18.

3-0, Artur Jorge, 73 (grande penalidade).

Equipas: 

- Sporting de Braga B: Tiago Sá, Thales, Bruno Wilson, Artur Jorge, Simão, Gamboa, Xeka, Didi, Joca (Rúben Alves, 82), Leandro (Ogana, 68) e Piqueti (Xadas, 68). 

(Suplentes: Tiago Pereira, Anthony D'Alberto, Rúben Alves, Edelino Ié, Loum, Xadas e Ogana).

Treinador: Abel Ferreira.

- Famalicão: Victor Braga, Dani, Ângelo (Fred, 23), Vilaça, Jorge Miguel, Vítor Lima, Mércio, Diogo Cunha, Mendes (Feliz, 73), Medeiros, e Carlão (Kisley, 30). 

(Suplentes: Efremov, Nailson, Fred, Correia, Joel, Feliz, Kisley).

Treinador: Ulisses Morais.

Árbitro: Bruno Paixão (Associação de Futebol de Setúbal).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Bruno Wilson (36), Fred (45+1), Vítor Lima (46), Joca (50), Jorge Miguel (60), Dani (62), Xeca (69), Vilaça (72) e Medeiros (82). 

Assistência: cerca de 1.000 espectadores.

Autor: Lusa

Famalicão e Sporting B empataram hoje 1-1, em jogo da quarta jornada da II Liga portuguesa de futebol, que teve golos em ambas as partes.

Medeiros abriu o marcador para os anfitriõs, aos 14 minutos, mas Ivanildo empatou, aos 68, num encontro que teve emotividade sobretudo no período final.

O Famalicão entrou de forma mais determinada no jogo e, logo aos cinco minutos, Feliz rematou forte, mas ao lado. Os 'leões' responderam cinco minutos depois, aos 10, com um remate de Guima, também para fora.

O golo dos minhotos surgiu aos 14 minutos, com mérito para Medeiros, que soube se isolar e iludir Pedro Santos, mas, sobretudo, com demérito para Guilherme, que deixou o ala brasileiro do Famalicão retirar-lhe a bola e partir para a baliza.

Só a partir da primeira meia hora de jogo é que o Sporting B começou a fazer-se notar, ainda que as investidas à baliza dos locais tenham acabado por ser inofensivas.

Já na segunda parte, aos 52 minutos, Medeiros aproveitou bem um vazio na zona central da defesa sportinguista para rematar, mas a bola saiu muito pouco por cima do travessão da baliza visitante.

A equipa de Ulisses Morais comandava, quer o marcador, quer o ritmo de jogo, mas, aos poucos, o conjunto de João de Deus foi mostrando atrevimento, empatando mesmo aos 68 minutos: Guima rematou para defesa incompleta do guardião famalicense e Ivanildo encostou.

Mais equilibrado, o jogo ganhou intensidade na reta final e qualquer uma das equipas podia ter marcado.

Para o Famalicão tentou com muito perigo Correia, aos 75 minutos e aos 90+1, enquanto para a formação B de Alvalade rematou Aouacheria Bilel, aos 81, e Fidel Escobar, aos 88, tendo em ambos os casos brilhado Victor Braga com grandes defesas.

Jogo no Estádio Municipal de Famalicão, em Vila Nova de Famalicão.

Famalicão - Sporting B, 1-1.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Medeiros, 14 minutos.

1-1, Ivanildo, 68.

Equipas:

- Famalicão: Victor Braga, Daniel, Vilaça, Ângelo Meneses, Jorge Miguel, Vítor Lima, Mércio, Diogo Cunha (Patrick, 74), Medeiros (Correia, 70), Feliz e Carlão (Kisley, 65).

(Suplentes: Efremov, Joel, Nailson, Fred, Patrick, Correia e Kisley).

Treinador: Ulisses Morais.

- Sporting B: Pedro Silva, Mama Baldé, Guilherme, Ivanildo, David Sualehe, Guima, Fábio Martins, Aouacheria Bilel, Jovane Cabral (Elves Baldé, 63), Leonardo (Fidel Escobar, 85) e Ricardo Almeida (Pedro Marques, 79).

(Suplentes: Stojkovic, Fidel Escobar, Empis, Pedro Marques, Edu, Budag e Elves Baldé).

Treinador: João de Deus.

Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Aouacheria Bilel (69) e Elves Baldé (75).

Assistência: 2.215 espetadores.

Faz 100 anos no próximo dia 6 de setembro e a terra onde nasceu e onde exerceu e exerce a sua atividade sacerdotal vai prestar-lhe uma justa homenagem pela marca cívica, religiosa, social e cultural que imprimiu ao longo destes anos no concelho. O Monsenhor Joaquim Fernandes é uma personalidade incontornável de Vila Nova de Famalicão e o seu centésimo aniversário será publicamente assinalado com um programa evocativo preparado pela Câmara Municipal, Diocese de Braga e a Associação Amigos de Famalicão, envolvendo o arciprestado famalicense, a paróquia e a junta de freguesia de Mouquim.

O Monsenhor Joaquim Fernandes foi o sacerdote que mais tempo esteve no arciprestado de Vila Nova de Famalicão e da paróquia de Santo Adrião. Em mais de meio século à frente da Igreja famalicense cultivou um envolvimento intenso com a comunidade e aos 100 anos ainda participa diariamente e ativamente na vida social, cívica e pastoral de Vila Nova de Famalicão.

Como refere o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “Vila Nova de Famalicão e os famalicenses estão gratos ao Monsenhor Cónego Joaquim Fernandes” e é isso mesmo que a comunidade e as instituições que serviu lhe vão transmitir pessoalmente numa sessão solene que decorrerá no dia do seu aniversário, 6 de setembro, às 17h00, no Salão Nobre do Município. Depois da receção nos Paços do Concelho, o programa evocativo segue para Mouquim, terra natal do Monsenhor, onde, pelas 19h00, será celebrada uma eucaristia presidida pelo Arcebispo Primaz de Braga, Dom Jorge Ortiga.  No final será partilhado com toda a comunidade um bolo de aniversário.

Para marcar a data de forma perene, a Câmara Municipal vai editar uma publicação com um esboço biográfico do Monsenhor escrita pelo investigador Artur Sá da Costa, que dá a conhecer o percurso de um homem que “celebrizou-se pela devoção à terra onde nasceu, e entrou nos anais da sua história pela relação próxima e profunda de vida e trabalho que com ela estabeleceu”.

“Se a vida de Monsenhor Joaquim Fernandes não cabe num século, a obra que concretizou e o exemplo de dignidade, trabalho e dedicação ao outro, que lega às gerações futuras, perdurarão, por tempos imemoriais, inscritos a letras de ouro, nos corações de todos os famalicenses, e na memória coletiva de V.N. de Famalicão: a terra que lhe calhou em sorte nascer e a que adoptou para viver e transformar”, refere Artur Sá da Costa.

Da publicação, que será publicamente apresentada no dia do aniversário do Monsenhor, faz ainda parte um conjunto de testemunhos sobre a marca que o Pe. Joaquim Fernandes imprimiu em diversas instituições famalicenses. É o caso da Câmara Municipal, Diocese de Braga, Paróquia de Santo Adrião e de Mouquim, Arciprestado de Famalicão, Fundação Cupertino de Miranda, CEVE – Cooperativa Elétrica do Vale D’Este, Creche Mãe e Santa Casa da Misericórdia.

“O legado material que nos deixou, como a Creche-Mãe, o Centro Pastoral e a nova Igreja Matriz reflete o contributo mais visível da sua entrega e determinação à comunidade. Mas é sobretudo a dimensão imaterial do seu exemplo, de abnegação e de entrega, que fixa na nossa comunidade uma herança perene que espero que sirva de farol para muitas gerações de famalicenses”, refere a propósito do aniversário Paulo Cunha que tem “a felicidade de ter o Monsenhor como amigo”.

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