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Quem não conhece ou nunca comeu os doces de romaria? Estes doces tão característicos do norte do país, que dão cor e sabor às romarias e festas populares vão estar a concurso em Vila Nova de Famalicão nas variedades: branco, casadinhos e rosquilhos.

A iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Famalicão, através do Gabinete do Associativismo, em parceria com a Junta de Freguesia de Landim, irá decorrer no dia 1 de maio, na Junta de Freguesia, no âmbito da Mostra Associativa Landim em Festa.

O concurso está aberto a todos os interessados, residentes e naturais de Vila Nova de Famalicão, que podem participar em nome individual ou como casas comerciais até ao número máximo de 25 inscrições.

As inscrições realizam-se na Junta de Freguesia de Landim [Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.] através do preenchimento de ficha própria, até 15 de abril de 2015.

Os concorrentes ficam obrigados a entregar os Doces de Romaria, nas variedades escolhidas, no Real Colégio Dom Fernando, em Landim, entre as 9h00 e as 11h00 do dia 1 de maio, no mínimo de 24 doces por variedade concorrida e por participante. Deverão também fazer acompanhar os doces a concurso com a indicação dos ingredientes utilizados.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “esta é uma iniciativa que tem como objetivos preservar e valorizar esta doçaria popular, que faz parte da nossa memória coletiva”

Chama-se Hidrofer, está sediada em Vila Nova de Famalicão e é a única fábrica portuguesa de cotonetes com um impressionante registo de 12.500 unidades produzidas por minuto. De facto, são os números que melhor traduzem o sucesso desta empresa familiar fundada quando a democracia estava a dar os primeiros passos em Portugal e especializada no desenvolvimento e fornecimento de produtos em algodão hidrófilo: 11 mil discos desmaquilhantes por minuto, 5.500toalhitas de bebé por minuto, 5 mil bolas de algodão por minuto e 2 toneladas de algodão zig zag por dia.

Artigos que a esmagadora maioria dos portugueses tem em casa e utiliza regularmente e que respondem a valores bem vincados nesta empresa famalicense hoje visitada por Paulo Cunha no âmbito do roteiro Famalicão Made IN:  inovação, qualidade e sustentabilidade ambiental. Acresce a estes a diferenciação. Só assim pode responder às exigências dos seus clientes, com destaque para as principais cadeias de supermercados (Sonae, Jerónimo Martins e Auchan), preparando-se para lançar ainda este ano uma linha inovadora de produtos que promete surpreender os mercados.

Numa lógica de verticalização da cadeia de produção, tudo é feito na Hidrofer, até mesmo as embalagens, as caixas e os sacos de plástico com fio (é única na Península Ibérica a fazer estes sacos). Ao controlar todo o processo produtivo a empresa sabe que está a construir vantagem competitiva em todo o mundo.

Todos os dias, nas instalações reabilitadas da Hidrofer, na freguesia da Carreira – as mesmas que no passado uma empresa têxtil ocupou e deixou vazias depois de encerrar –, são convertidas entre quatro a seis toneladas de algodão em produtos para uso hospitalar e cosmético. Um volume de produção que tenderá a crescer no próximo ano, reflexo do investimento de 8 milhões de euros, em fase de conclusão, em dezenas de novos equipamentos tecnologicamente avançados. Tudo para “garantir elevados níveis de fabricação, a melhor qualidade e uma resposta eficaz aos desafios do mercado global”, afirma o administrador, Carlos Alberto Silva.

Mais faturação, mais emprego e mais trabalho estão assim no horizonte. Com um volume de negócios que rondou os cinco milhões de euros em 2014, dos quais um milhão de euros corresponde a vendas para o exterior, e 54 colaboradores, a Hidrofer prevê duplicar a faturação nos próximos dois anos e contratar cerca de vinte novos colaboradores. Para além do mercado interno, os principais mercados de exportação são Espanha, Alemanha, Angola e Moçambique. Recentemente entrou em França e ainda este ano espera começar a vender para a Líbia. “Num curto prazo queremos reforçar a nossa presença no estrangeiro e aumentar o volume de exportações em cerca de 15%”, adianta.




Empresa aberta à inovação e preocupada com o ambiente

Proveniente de fiações nacionais ou importado de países como a Turquia, a Alemanha, o Brasil, Moçambique ou o Paquistão, o algodão presente nos produtos da Hidrofer é rececionado pela Hidrocotton, a outra empresa do grupo, sediada na freguesia vizinha de Bairro, que prepara e fia as fibras de algodão que vão servir de matéria-prima para a Hidrofer produzir.

Com três marcas próprias no mercado (Don Cotton, Helana e Milux) e um conjunto de certificações, a Hidrofer é, na opinião do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, uma referência pela sua capacidade de aproveitar os contextos e as oportunidades para crescer. “É uma empresa única na produção de produtos que nos entram em casa todos os dias, está vanguarda tecnológica e tem uma grande preocupação ambiental”, assinala, sublinhando que o trabalho ímpar que lhe é reconhecido “permite que Vila Nova de Famalicão também seja notado a nível nacional e internacional pela excelência das suas empresas e dos seus produtos”.

Paulo Cunha enaltece ainda o facto de a Hidrofer ter reabilitado um edifício abandonado para iniciar a sua atividade. “É algo que devemos louvar e um exemplo que outras empresas deviam replicar”.

A recolha de resíduos sólidos urbanos no concelho de Vila Nova de Famalicão vai passar a ser efetuada por uma empresa privada. A autarquia famalicense aprovou esta quinta-feira, em reunião do executivo municipal, a adjudicação da prestação de serviços de recolha de resíduos sólidos no concelho à empresa Egeo – Tecnologia e Ambiente SA, por um período de dez anos e pelo valor de 12,8 milhões de euros.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “a grande vantagem desta medida é a poupança financeira, mas há outras como uma maior eficiência e qualidade do serviço prestado”. E explica: “Neste momento, a previsão de custo da recolha de resíduos urbanos é de 42 euros por cada tonelada e com a empresa o custo será de 27 euros, o que representa uma poupança de 15 euros, por tonelada. Tendo em conta que por ano recolhemos à volta de 40 mil toneladas de lixo, isto significa que podemos conseguir uma poupança de cerca de meio milhão de euros, anualmente”, acrescenta o autarca.

Para Paulo Cunha, trata-se, por isso, de “uma boa notícia. Quando todas as taxas de impostos aumentam em todo o lado, isto pode significar uma redução do valor da taxa de resíduos para os famalicenses”.

Refira-se que ao valor adjudicado será deduzido, nas primeiras faturas, 520 mil euros, que diz respeito à retoma dos equipamentos, nomeadamente os camiões que serão adquiridos pela empresa.

No que se refere aos cerca de 70 funcionários atualmente afetos ao serviço, Paulo Cunha garantiu que ou serão reintegrados na empresa se o pretenderem ou serão colocados noutro serviço municipal.
“Nenhum funcionário terá o seu posto de trabalho em perigo”, garantiu.

O autarca justificou a opção pela entrega a privados da recolha de resíduos sólidos urbanos com a “escassez de meios humanos e técnicos” para assegurar o serviço.“Esta é a única maneira de mantermos a qualidade e a eficiência do serviço, com as mesmas rotas, fazendo a recolha porta-a-porta”, sublinhou, deixando bem claro, que a autarquia vai continuar a ser a entidade responsável pelo serviço.

Na recepção à Associação Académica de Espinho, o Riba d' Ave HC conseguiu uma meritória e expressiva vitória por 9-3 na 21ª jornada do Campeonato Nacional da II Divisão – Zona Norte. Os pupilos de Horácio Ferreira, que utilizou todos os seus jogadores, realizaram um excelente jogo e impuseram-se de forma inequívoca e justa perante um adversário, que foi bem anulado pelo RAHC, mas que deu uma pálida imagem da sua qualidade.

O RAHC realizou uma 1ª parte muito boa, mas as primeiras ameaças foram dos visitantes. Quem marcaria primeiro seria o RAHC, por intermédio de Ricardo Lopes, aos 3'. O RAHC galvanizava-se e poderia ter alargado o marcador nos minutos seguintes. Respondia o Espinho num forte remate ao poste, aos 6'. No minuto seguinte, cartão azul para “Fred” Saraiva com o jogo parado. Segundos depois, o RAHC aproveitava o power-play da melhor forma e Raul Meca aumentava para 2-0. Nos cinco minutos seguintes assistiu-se a uma reação dos visitantes, que colocaram o guardião João Aurélio à prova, mas este respondia em grande estilo e segurava a vantagem da sua equipa. Aos 16', Diogo Machado finalizava uma boa jogada ao segundo poste e apontava assim o 3-0. O mesmo jogador poderia ter feito um bis no minuto seguinte, mas isolado permitia a defesa de Cláudio Bessa. Volvidos dois minutos, cartão azul admoestado a Diogo Machado. No livre directo, João Aurélio defendia o remate de “Fred” Saraiva. O guardião ribadavense continuaria em grande evidência no período de desvantagem numérica e o RAHC saía sem prejuízo dessa situação. A três minutos do intervalo, cartão azul exibido a “Tó” Cruz. Na sequência do lance o mesmo jogador desentendia-se com Vitor Hugo e este recebia também cartão azul. O exaltado jogador espinhense não se controlava e era expulso da partida. E o RAHC via também o seu delegado ao jogo, Vitor Pereira, levar ordem de expulsão por parte do juiz Orlando Panza. No livre directo, Ricardo Lopes permitia a defesa do guardião contrário. Com as duas equipas reduzidas a 3 jogadores seria o RAHC a alargar para 4-0, após golo de André Alves à entrada do último minuto. Já com as duas equipas com mais um jogador, os forasteiros reduziam por Bruno Fernandes a 1s do intervalo.

A 2ª parte iniciou-se com novo golo ribadavense, após bis de Ricardo Lopes, logo aos 20s. João Aurélio com a máscara defendia remate contrário, mas pouco depois nada podia fazer na emenda de Bruno Fernandes no interior da área para o 5-2. No minuto seguinte, o Espinho atingia a 10ª falta, mas Vitor Hugo desperdiçava o livre directo. Ricardo Lopes estava de stick quente e apontava um hat-trick para 6-2, aos 5'. O conjunto famalicense estava  claramente por cima e o jogo frenético. André Alves rematava à barra segundos depois. Aos 6', pénalti para os visitantes. João Aurélio defendia o remate de André Pinto, mas na recarga o jogador espinhense fazia o 6-3. O RAHC defendia bem e atacava ainda melhor. Aos 7', Ricardo Lopes assinava um poker e o 7-3. Um minuto depois, e num fortíssimo remate do meio da rua, Raul Meca fazia o 8-3. No minuto seguinte, os visitantes poderiam ter reduzido, mas João Aurélio defendia remate de “Fred” Saraiva num livre directo. Aos 16', Vitor Hugo num bom remate alargava o marcador para 9-3. Um minuto depois, cartão azul para Bruno Fernandes. Na conversão do livre directo, Hugo Oliveira permitia a defesa de Cláudio Bessa. Os forasteiros não acertavam com as redes e desperdiçavam duas bolas paradas. Primeiro, João Aurélio defendia remate de André Pinto num pénalti. E depois, Bruno Fernandes rematava à barra em livre directo, após 10ª falta local. Nos últimos cinco minutos da partida, Horácio Ferreira colocava em pista, o ainda juvenil João Abreu e o habitual guarda-redes suplente João Gomes. A dois minutos do fim, Vitor Hugo não aproveitava a 15ª falta dos espinhenses. E na resposta, “Fred” Saraiva rematava ao poste da baliza de João Gomes. O jovem guardião ribadavense manteve a sua baliza inviolável e defendia mesmo um pénalti de Bruno Fernandes a 10s do fim.

Os seniores do RAHC (6º lugar – 35 pontos) voltam a competir no dia 21 de Março às 18h na visita ao reduto do líder (43 pontos) do campeonato: o Hóquei Académico de Cambra.




Camadas Jovens:

Na formação, os juniores do RAHC jogaram na noite de sexta-feira em Viana do Castelo a 3ª jornada da Taça do Minho de sub-20, empatando a 6 golos com a Juventude de Viana. Na tarde de sábado, os Iniciados do RAHC receberam o CD Ancorense na 3ª jornada da Taça do Minho de sub-15 e venceram o seu frágil opositor por 20-0. No domingo de manhã, os Infantis A do RAHC jogaram em Vila Praia de Âncora a contar para a 3ª jornada da Taça do Minho de sub-13 e venceram por 0-8 o CD Ancorense. À tarde, os Escolares do RAHC receberam e venceram o OC Barcelos por 10-4.

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